É pela rua que se anda.
A possibilidade de não ser ela era quase zero. Um carro “cor de rosa leite condensado”, ou como Maria diria, “cor de rosa iogurte natural”, seria impossível não ser notado.
[...]
Existe isso?
[...]
- Quero crescer, quero crescer! Exacerbava Mônica.
E ali, quem sabe, estaria uma garota frustrada com o que não veio a ser. Autêntica, doce, mas com medo de (se) perder.
CategoriasExistência
Amor, medo, vida
Medo é uma coisa tão feia.