Nem distância…
Acabei de rever o filme “O Incrível Hulk”… E hoje penso entender melhor como um amor verdadeiro pode resistir ao tempo e sua variedade de contingências.
Neste filme, Bruce reencontra Betty após aproximadamente dois anos sem vê-la, fugindo para não deixarem usar o Hulk como uma arma militar. Pois, eles se reencontram e o amor entre eles é o mesmo.
Betty está namorando um outro cara e parece muito feliz, mas fica claro como ela ama (“mais?”) o Bruce. Daí fiquei pensando nos meus relacionamentos – sem apego ou dor, pensei: será que alguma delas volta na minha vida? – e principalmente como é forte essa coisa do amor entre as pessoas. As coisas mudam, as pessoas mudam e o amor entre elas pode permanecer. O desejo, o cuidado, o carinho podem permanecer. Assim, forte e pleno como desde o “primeiro dia”. Assim, o maior de todos para ambos.
É, estou considerando a existência de “graus de amor” e não compreendendo o “amor menor” como paixão. Amor é amor. No entanto, acredito existirem amores e amores.
Enfim, fiquei maravilhado ao pensar sobre O Amor e em ver como ele pode ser resiliente.