Quem sou eu:
Eu sou
aquele que não correu.
Não mais.
Fui atrás do caos, àquela opereta da minha utopia.
Hoje, me reestruturo a cada instante em que me desconstruo. Seguroda desordem, quando a anarquia deixou o status
de fobia.
Agora. Agora eu finjo que tapo os ouvidos com um só dedo de cada mão
e deixo os “defeitos” assumirem o seu lugar devido, previsto. Hora destaque, hora zumbido – do passado futuro.
Encaminho-me para os finais dum universal recomeço e galgo
o que considero meu maior apreço:
sensação de liberdade. Liberdade de estar.
CategoriasExistência
(…)
Coisa linda demais,
Deus queira que não demore…
Um sorriso.